domingo, 23 de agosto de 2015

Crônicas de Frecó: Couro de p...

Bem amigos, infelizmente o nosso Grande Frecó faleceu há dois meses em virtude da diabetes e complicações renais. No entanto, a sua memória permanece viva em nossos corações e ele permanece eterno em nossos corações. Por isso, as suas estórias vividas e outras criadas por sua imaginação ainda serão recontadas como forma de homenageá-lo.
Uma dessas estórias se deu quando ele foi com a sua esposa e filha, ainda criança, resolver um problema em um Banco federal localizado na Ribeira, em Natal. Depois de algum tempo de espera, a sua filha lhe pede água, pois estaria morrendo de sede. Frecó logo procura um bebedouro, que ficava na extremidade do banco, um pouco afastado do saguão principal. Chegando lá, para sua surpresa, o garrafão de água estava vazio. Irritado, mas controlado, procurou uma atendente e perguntou onde teria água para dar a sua filha que estava com muita sede, agravada pela demora habitual nesses Bancos. A atendente respondeu que tinha uma garrafa de água, mas não tinha copo e indicou que ele fosse na outra extremidade onde teria os dois.
Frecó, já impaciente e ofegante, deslocou-se até o local indicado e disse à nova atendente o ocorrido. Essa atendente, muito educada, lhe diz que infelizmente ela só tinha o copo e não a água.
Foi a gota dágua que faltava para Frecó! No seu tom "educado e manso" de falar, ele disse para a atendente, que já tremia de medo só em ver os olhos flamejantes de Frecó e a sua expressão de ira: "Moça, a senhora tá pensando que eu sou couro de pica, pra ficar indo pra frente e pra trás?? Um diz que tem copo, mas não tem água, outro diz que tem água, mas não tem copo, que merda de Banco é esse??"
Rapaz, de repente, apareceu água e copo de todo lado e todo mundo olhando, sem saber se ria ou se se juntava à indignação dele, mas uma coisa era certa, nenhum era doido para discordar!

2 comentários:

Fiquem à vontade para opinar, criticar, sugerir...