quarta-feira, 20 de julho de 2016

O que temos para hoje?

Se avizinham as eleições municipais e a pergunta permanece: o que temos para hoje?
Se depender dos candidatos postos, pouca coisa mudará. Os mesmo discursos ocos, repetitivos, citando o famoso tripé "saúde, educação e segurança" da boca pra fora e,como sempre, se apresentando como novidade, apesar dos sobrenomes revelarem que de novidade só tem a mudança de descendentes.
Os poucos que militam na esfera popular sofrem com a desigualdade econômica em relação aos demais postulantes pertencentes à grandes grupos econômicos e/ou políticos, os quais se aproveitam do seu poderio subvertendo a vontade do povo incauto com promessas vãs propagandeadas nas mídias das quais são os principais patrocinadores.
Apesar disso, ainda resta uma esperança de que a esquerda consiga mostrar as grandes conquistas que houveram nesses últimos anos, em que pesem as mazelas atualmente enfrentadas, e possam reerguer o período de prosperidade e justiça social antes alcançada e que, de maneira nenhuma, pode ser desprezada e esquecida.

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